Teleperitagens chega a 19 de janeiro. Entre na lista prioritária e seja dos primeiros a usar.Juntar-me à lista →
Teleperitagens · um produto CloudWorksLançamento a 19 de janeiro de 2027

Peritagem à distância, com a sua marca.

O sinistrado recebe um link por SMS ou email, abre a câmara e a peritagem acontece. Sem app para instalar, sem deslocação. Quando a sessão termina, o relatório já está pronto, com o logótipo da sua empresa.

Juntar-me à lista prioritáriaAvisamos por email no dia do lançamento. Uma única vez.

Quatro passos. Nenhuma instalação.

  1. 1

    O link segue por SMS ou email.

    Cria a sessão no seu painel ou por API, e o link segue com o nome da sua empresa. Sem conta nem palavra-passe.

  2. 2

    O sinistrado abre a câmara.

    O link abre no browser do telemóvel e pede acesso à câmara. Sem app para instalar e sem registo.

  3. 3

    O perito guia a peritagem.

    Vê o dano em direto, indica o que filmar, tira fotografias, anota e fala por chat.

  4. 4

    O relatório está pronto.

    Fotos, vídeos, anotações e conversa num PDF profissional assim que fecha a sessão. Envie e arquive de imediato.

Feito para peritos portugueses.

Sem atrito para o sinistrado

Link por SMS ou email, câmara em segundos. Sem registo, sem app, sem desculpas. Funciona em qualquer telemóvel: Android 9+ e iOS 14+.

Com a sua identidade

PDF, SMS, email, logótipo, cores e cabeçalho com a identidade da sua empresa. O sinistrado nunca vê o nome do fornecedor.

Relatório em segundos

O PDF é gerado quando fecha a sessão. Sem montar relatórios à mão ao fim do dia.

Sem instalação para o perito

Funciona no browser (Chrome, Safari, Firefox). Cria a conta e faz a primeira sessão no mesmo dia.

O que o sinistrado vê.

Para quem participou um sinistro, a teleperitagem tem de ser mais simples do que esperar por uma visita. Recebe uma mensagem com o nome da empresa que trata o processo, toca no link e o browser pede autorização para usar a câmara.

Durante a sessão, segue as indicações do perito: primeiro um plano geral do espaço, depois o pormenor do dano, com referências de escala quando são precisas. Quando a sessão termina, não fica nada instalado no telemóvel.

Casos de uso por tipo de sinistro.

A peritagem por vídeo funciona quando o dano é visível, delimitado e pode ser documentado com a câmara de um telemóvel, sem medições rigorosas nem inspeção física.

Danos por água

Infiltrações localizadas, ruturas de canalização e manchas em tetos ou paredes. O perito confirma a origem visível e a extensão, e decide se é preciso pesquisa de avaria no local.

Quebra de vidros

Janelas, montras, vitrocerâmicas e espelhos. São danos visuais e objetivos: uma fotografia de conjunto, outra de pormenor e uma referência de medida costumam bastar.

Pequenos sinistros automóvel

Riscos, amolgadelas, faróis e espelhos. O perito documenta o dano peça a peça, confirma a matrícula à câmara e decide se o veículo tem de ir à oficina.

Recheio e eletrodomésticos

Equipamentos danificados por sobretensão, água ou queda, e bens do recheio. A câmara mostra o estado, a marca, o modelo e a etiqueta de cada bem.

Nem todas as peritagens precisam de uma viagem.

  • Sinistros de baixo valor, em que a deslocação custa mais do que o dano
  • Primeira avaliação, para decidir se a visita presencial é necessária e com que especialidade
  • Verificações de reparação e segundas visitas
  • Sinistrados em zonas remotas ou ilhas
  • Picos de procura, como tempestades e inundações, em que não há peritos que cheguem

E quando a visita ao local continua a ser necessária.

A teleperitagem substitui as deslocações que nada acrescentam, não o perito no terreno. Nestes casos, insistir no vídeo é um erro:

  • Danos estruturais que exigem medição. Fissuras, assentamentos e coberturas avaliam-se com instrumentos e acesso físico, não com uma câmara.
  • Suspeita de fraude. A sessão é conduzida pelo sinistrado, e isso limita o que se consegue verificar. A prova recolhida no local tem outro peso.
  • Sinistros com várias partes. Vizinhos, condomínios, terceiros ou várias apólices pedem confronto de versões e leitura do contexto no local.
  • Sinistrados sem condições para conduzir a sessão. Sem telemóvel com câmara, sem apoio ou numa situação difícil, a visita é também uma questão de respeito.

Uma regra útil: se tiver dúvidas sobre a fiabilidade da prova que vai recolher, use a teleperitagem apenas como triagem, nunca como peritagem final.

Tecnologia que a sua empresa pode auditar.

Infraestrutura empresarial.

Vídeo em tempo real através de Cloudflare Calls (SFU). Armazenamento AWS S3 em território da UE. Cifragem em repouso e em trânsito.

Integridade dos ficheiros.

Hash SHA-256 em cada fotografia, vídeo e PDF. URLs assinados com expiração. Trilho de auditoria completo.

API e webhooks.

API REST documentada e eventos (sessão criada, sessão concluída, relatório pronto) para ligar ao seu sistema de gestão de sinistros, CRM, ERP ou ao PeritOS.

Já usa o PeritOS? O Teleperitagens encaixa no seu processo.

Crie a sessão a partir do processo e receba fotos, vídeos e relatório no mesmo processo, através de API e webhooks. Sem ficheiros para descarregar e voltar a carregar.

O processo continua o seu percurso normal no PeritOS: o perito revê a prova, completa o relatório e o processo segue para a seguradora. Se o vídeo mostrar que é preciso uma visita, a prova da sessão já está no processo quando o perito se deslocar.

O Teleperitagens também funciona sozinho. Pode começar só com a peritagem por vídeo e ligar o PeritOS mais tarde.

Perguntas frequentes

Quando é o lançamento?

A 19 de janeiro de 2027. Quem estiver na lista prioritária recebe o email de ativação nesse dia. Se algo atrasar, avisamos com antecedência.

Preciso de instalar alguma coisa?

Não. O perito usa a plataforma no browser (Chrome, Safari, Firefox). O sinistrado abre o link no telemóvel. Zero instalações dos dois lados.

Funciona num telemóvel antigo?

Sim. Funciona no browser, com a câmara padrão do telemóvel. Testamos em Android 9+ e iOS 14+.

Que sinistros se resolvem bem por vídeo?

Os que têm dano visível e delimitado: danos por água localizados, quebra de vidros, pequenos danos automóvel, eletrodomésticos e recheio, verificações de reparação e primeiras triagens. A decisão final é sempre do perito.

E quando é preferível a visita ao local?

Em danos estruturais que exigem medição, quando há suspeita de fraude, em sinistros com várias partes e quando o sinistrado não consegue conduzir a sessão.

Os relatórios ficam com a nossa marca?

Por completo: PDF com o seu logótipo, SMS com o nome de remetente configurável, email com o seu modelo, cores e cabeçalho. O sinistrado vê a sua marca, não a nossa.

Integra com o nosso sistema?

Sim. Há uma API REST pública documentada e webhooks de eventos, e a documentação é aberta no lançamento. Se preferir, indicamos parceiros de integração.

Está disponível em Espanha?

Brevemente. O lançamento é primeiro em Portugal.

«Uma peritagem é um ato de precisão. Merece software que o respeite.»

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